Nossa Missão é:
“Produzir, disseminar e democratizar o acesso ao conhecimento, contribuindo para o
desenvolvimento da cidadania, mediante a formação humanista, ética, crítica e reflexiva,
preparando profissionais competentes e contextualizados, cientes de sua responsabilidade
social, para a melhoria das condições de vida da sociedade”.

Esta declaraça o reflete as intenço es fundamentais da nossa instituiça o, nossa finalidade
u ltima: formar um profissional com capacidade de se atualizar constantemente e atender as
necessidades da sociedade em que atua, observando para metros e ticos, cientí ficos e
humaní sticos.

Nossa visão é:
“Formar profissionais que sejam referência no mercado de trabalho pela qualidade das suas
habilidades e competências”.

Nossos valores são:
 A excelência em educação deve ser perseguida constantemente;
 O cumprimento rigoroso das leis (compliance) baliza a gestão da instituição e suas
práticas;
 Nossa tolerância com a corrupção é zero;
 Só forma profissionais éticos a instituição que atua dentro de parâmetros éticos;
 O consenso deve ser um hábito;
 Quanto mais e melhores as informações, maior a transparência da instituição;
 Todos, pessoas e instituição, devem agir com práticas de sustentabilidade ambiental;
 Nossa instituição tem a cultura da responsabilidade social e das consequências
benéficas para a sociedade daquilo que fazemos (accountability).

REGULAMENTO DE EXTENSÃO DA FACULDADE CERES – FACERES

CAPÍTULO I
DA FINALIDADE

Art. 1o. Este documento regulamenta todas as atividades de extensa o realizadas na
Faculdade Ceres – FACERES, incluindo as atividades curricularizadas, as quais devem estar
previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto Pedago gico do Curso
(PPC).
Parágrafo único. Esta regulamentaça o podera , opcionalmente, ser aplicada tambe m a
cursos de po s-graduaça o, caso esteja previsto nos seus respectivos programas.

Art. 2o. Este regulamento rege-se pela presente diretriz, com base no Regimento Geral da
Instituiça o, pelo Estatuto da Mantenedora e pelas legislaço es de ensino superior vigente.

CAPÍTULO II
DA EXTENSÃO
SEÇÃO I

CONCEPÇÃO, PRINCÍPIOS e DIRETRIZES1

Art. 3o. A Extensa o e compreendida como atividade que se articula com o Ensino e a
Pesquisa, constituindo-se em processo interdisciplinar, polí tico-educacional, cultural,
cientí fico e tecnolo gico que promove a interaça o transformadora entre a FACERES e os outros
setores da sociedade, por meio da produça o e da aplicaça o do conhecimento, em articulaça o
permanente com o ensino e a pesquisa.
Parágrafo único. Sa o consideradas atividades de extensa o as intervenço es que envolvam
diretamente as comunidades externas a FACERES e que estejam vinculadas a formaça o do

1 Conforme Resoluça o CNE/CES no 07, de 18/12/2018

estudante, conforme as normas institucionais.

Art. 4o. Estruturam a concepça o e a pra tica das diretrizes da extensa o na FACERES:
I. A interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca de
conhecimentos, da participação e do contato com as questões complexas contemporâneas
presentes no contexto social;
II. A formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência dos seus
conhecimentos, que, de modo interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e integrada
à matriz curricular;
III. A produção de mudanças na própria FACERES e nos demais setores da sociedade, a partir
da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras atividades acadêmicas e
sociais;
IV. A articulação entre ensino, extensão e pesquisa, ancorada em processo pedagógico único,
interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico.

Art. 5o. Estruturam a concepção e a prática dos princípios da extensão na FACERES:
I. A contribuiça o na formaça o integral do estudante, estimulando sua formaça o como cidada o
crí tico e responsa vel;
II. O estabelecimento de dia logo construtivo e transformador com os demais setores da
sociedade brasileira e internacional, respeitando e promovendo a interculturalidade;
III. A promoça o de iniciativas que expressem o compromisso social da FACERES com todas
as a reas, em especial, as de comunicaça o, cultura, direitos humanos e justiça, educaça o, meio
ambiente, sau de, tecnologia e produça o, e trabalho, em consona ncia com as polí ticas ligadas
a s diretrizes para a educaça o ambiental, educaça o e tnico-racial, direitos humanos e educaça o
indí gena;
IV. A promoça o da reflexa o e tica quanto a dimensa o social do ensino e da pesquisa;
V. O incentivo a atuaça o da comunidade acade mica e te cnica na contribuiça o ao
enfrentamento das questo es da sociedade brasileira, inclusive por meio do desenvolvimento
econo mico, social e cultural;

VI. O apoio em princí pios e ticos que expressem o compromisso social da FACERES;
VII. A atuaça o na produça o e na construça o de conhecimentos, atualizados e coerentes,
voltados para o desenvolvimento social, equitativo, sustenta vel, com a realidade brasileira.

SEÇÃO II

MODALIDADES DA EXTENSÃO

Art. 6o. As atividades de extensa o na FACERES sa o organizadas em consona ncia com as
modalidades previstas no Art. 8o da Resoluça o CNE/CES no 07, de 18/12/2018:
I. Programas
II. Projetos
III. Cursos e Oficinas
IV. Eventos
V. Prestaça o de Serviços.

Art. 7o. As modalidades de extensa o apontadas no Art. 6o, sa o assim definidas, conforme
FORPROEX (2007):
I. Programas: “Conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão (cursos, eventos,
prestação de serviços), preferencialmente integrando as ações de extensão, pesquisa e
ensino. Tem caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes e orientação para um
objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo”;
II. Projeto: “Ação processual e contínua de caráter educativo, social, cultural, científico ou
tecnológico, com objetivo específico e prazo determinado”. Pode ser vinculado ou não a um
programa;
III. Curso: “Ação pedagógica, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância,
planejada e organizada de modo sistemático, com carga horária mínima de 8 (oito) horas e
critérios de avaliação definidos”.
IV. Evento: “Ação que implica na apresentação e/ou exibição pública, livre ou com clientela
específica, do conhecimento ou produto cultural, artístico, esportivo, científico e tecnológico

desenvolvido, conservado ou reconhecido pela Universidade”. Exemplos: campanhas em
geral, campeonato, ciclo de estudos, circuito, colóquio, concerto, conferência, congresso,
concurso, debate, encontro, espetáculo, exposição, feira, festival, fórum, jornada, lançamento
de publicações e produtos, mesa redonda, mostra, olimpíada, palestra, recital, semana de
estudos, seminário, simpósio e torneio.
V. Prestação de serviço: “Realização de trabalho oferecido pela Instituição de Educação
Superior ou contratado por terceiros (comunidade, empresa, órgão público, etc.); a
prestação de serviços se caracteriza por intangibilidade, inseparabilidade processo/produto
e não resulta na posse de um bem”.

CAPÍTULO III

DAS PROPOSTAS DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Art. 8o. As atividades de extensão podem originar-se de propostas tanto da comunidade
interna da FACERES (direção, coordenação, docentes, técnicos-administrativos, estudantes,
centros acadêmicos, ligas acadêmicas, de forma individual ou coletiva), como de demandas
externas (órgãos governamentais, ONGs, representantes da sociedade civil e etc.), desde que
em consonância com este regulamento e sob coordenação de um membro da comunidade
interna.
Parágrafo único. O corpo técnico-administrativo da FACERES poderá propor ou participar
de atividades extensionistas mediante autorização do setor ao qual está vinculado.

Art. 9o. Toda proposta de extensa o deve ter o envolvimento de pelo menos um docente da
FACERES.

Art. 10o. E obrigato ria a participaça o de alunos da FACERES em toda e qualquer proposta de
extensa o.

Art. 11o. Atividades de extensão em parcerias com outras instituições, entidades e similares
deverão conter, junto ao projeto enviado pelo sistema acadêmico de extensão, um ofício em
que conste o interesse desses outros envolvidos pelas ações de extensão a serem
desenvolvidas.
Parágrafo único. Caso estejam envolvidos recursos financeiros, estrutura ou contrapartida
institucional para o desenvolvimento da ação, deverá ser celebrado um convênio ou acordo
técnico-científico entre o(s) parceiro(s) e a FACERES.

Art. 12o. Propostas que envolvam, paralelamente, pesquisas que exigem a aprovação do
Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) ou da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA)
devem ser enviadas para os respectivos comitês para aprovação prévia.

Art. 13o. As propostas das atividades de extensa o devem privilegiar aço es com temas
pertinentes a formaça o acade mica e seu impacto social, sendo eles:
I. Direitos humanos (defesa, proteça o e promoça o dos direitos humanos);
II. Bioe tica me dica e jurí dica;
III. Endemias e epidemias;
IV. Uso correto de medicamentos para a assiste ncia a sau de;
V. Pessoas com deficie ncias, incapacidades e necessidades especiais;
VI. Sustentabilidade ambiental, cidadania e meio ambiente;
VII. Sau de e bem-estar;
VIII. Sau de da famí lia e sau de do trabalhador;
IX. Prestaça o de serviços a comunidade
X. Atença o a s pessoas idosas e suas famí lias;
X. Proteça o dos direitos da pessoa com autismo;
XI. Sau de dos grupos indí genas;
XII. Sau de dos diferentes grupos e tnico-raciais;

XIII. Sau de do adulto, da mulher, da criança e do adolescente;
XIV. Prevença o de doenças e promoça o da sau de;
XV. Humanizaça o e formaça o em sau de;
XVI. Reduça o das desigualdades;
XVII. Educaça o me dica;
XVIII. Popularizaça o da cie ncia;
XIX. Tecnologia, cultura e leitura.
Para grafo u nico. Outros temas pertinentes podem ser propostos e realizados, apo s aprovaça o
pela coordenadoria de extensa o.

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES PARA DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Art. 14o. Sa o atribuiço es da Coordenadoria de Extensa o:
I. Coordenar aço es voltadas a criaça o e a consolidaça o das atividades de extensa o;
II. Supervisionar e acompanhar o desenvolvimento das polí ticas de extensa o;
III. Propor aço es formativas para a comunidade acade mica, a fim de colaborar com o
aperfeiçoamento sobre e a partir das pra ticas extensionistas da FACERES;
IV. Propor estrate gias de incentivo aos docentes, discentes e te cnicos-administrativos que
estejam envolvidos na organizaça o das atividades de extensa o;
V. Promover e estruturar atividades de extensa o juntamente com as coordenaço es de curso,
docentes e discentes da graduaça o e da po s-graduaça o;
VI. Receber, supervisionar, avaliar, emitir parecer de me rito e dar provimentos a s propostas
de atividades de extensa o apresentadas pela comunidade acade mica, em conformidade com
as diretrizes deste documento;
VII. Buscar a articulaça o das aço es extensionistas com as atividades de ensino e pesquisa
desenvolvidas na FACERES;
VIII. Contribuir para a divulgaça o das atividades de extensa o tanto para a comunidade
interna como externa;

IX. Manter atualizado o registro do andamento das atividades de extensa o;
X. Estabelecer contatos e parcerias com a comunidade-alvo das atividades de extensa o;
XI. Zelar pelos equipamentos, materiais e insumos destinados a realizaça o das aço es
extensionistas;
XII. Organizar o processo de certificaça o das atividades de extensa o;
XIII. Gerir recursos e prestar contas desta gestão aos setores competentes;
XIV. Buscar a captação de recursos para fomento às atividades de extensão, seja para
realização de atividades como para divulgação científica;
XV. Enviar boletins regulares para Direça o e Coordenaça o Geral da Instituiça o, no mí nimo
semestralmente, para informar todas as atividades desenvolvidas, os desafios e as soluço es
encontradas;
XVI. Elaborar o relato rio anual das atividades de extensa o, a ser apresentado aos o rga os
superiores, contendo indicadores quantitativos e qualitativos, com vistas à avaliação
institucional.

Art. 15o. Sa o atribuiço es dos proponentes de atividades de extensa o:
I. Responsabilizar-se pela execução de todas as etapas da proposta aprovada;
II. Estabelecer contatos iniciais com a comunidade-alvo do projeto;
III. Documentar as atividades realizadas, com fotos e vídeos, quando possível;
IV. Elaborar relatórios parciais e/ou finais das atividades de extensão realizadas;
V. Supervisionar e avaliar o desempenho dos envolvidos na execução das atividades;
VI. Prestar contas dos recursos financeiros dentro dos prazos previstos, de acordo com as
normas estabelecidas, quando for o caso;
VII. Preencher adequadamente a proposta e relatório no sistema acadêmico de extensão,
segundo os prazos estabelecidos;
VIII. Apresentar a documentação requerida para a Coordenação;
IX. Responsabilizar-se pelo uso adequado e entrega dos equipamentos, materiais e insumos
destinados para a realização das ações de extensão, conforme normas dos laboratórios.

CAPÍTULO V

DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Art. 16o. As propostas das atividades de extensa o devem tramitar via sistema acade mico de
extensa o, disponí vel na intranet da FACERES, seguindo duas seguintes etapas:
I. Preenchimento da proposta pelo proponente, no prazo mí nimo de 15 (quinze) dias
corridos antes do iní cio da atividade;
II. Avaliaça o pela Coordenaça o de Extensa o, no prazo ma ximo de 10 (dez) dias corridos, com
resposta para o proponente, via sistema, podendo a proposta ser deferida, indeferida ou
deferida parcialmente mediante adequaço es apontadas (neste u ltimo caso, ha novo prazo
para reavaliaça o pela Coordenaça o de Extensa o).

Art. 17o. Apo s a realizaça o da atividade, o proponente devera enviar o relato rio final via
sistema acade mico de extensa o, no ma ximo em ate 30 (trinta) dias corridos, que recebera o
parecer de reprovado, aprovado ou aprovado parcialmente, mediante atendimento a s
solicitaço es.

Art. 18o. Apo s validaça o do relato rio, os certificados sera o emitidos e enviados aos
participantes, pelo pro prio sistema acade mico de extensa o.

CAPÍTULO VI

DA ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO (ACE)

SEÇÃO I

CONCEPÇÃO, OBJETIVOS e CARGA HORÁRIA

Art. 19o. Denomina-se Atividade Curricular de Extensão (ACE) toda atividade que realize
intervenção em comunidades externas à FACERES e que estejam vinculadas à formação do
estudante, conforme a concepções, os princípios, as diretrizes e as modalidades de extensão
descritas no Capítulo II, deste regulamento.
Parágrafo único. Entende-se como curricularizaça o das atividades de extensa o o

reconhecimento formal de atividades extensionistas na matriz curricular dos cursos de
graduaça o e po s-graduaça o.

Art. 20o. A curricularizaça o das atividades de extensa o na graduaça o na FACERES tem como
objetivos principais:
I. Promover atividades formativas a partir da atuaça o conjunta entre a FACERES e os demais
setores da sociedade com vistas a transformaça o social;
II. Reforçar a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensa o, contribuindo assim para
o aprimoramento da formaça o acade mica dos alunos;
III. Valorizar, amplificar e aprimorar a pra tica extensionista na FACERES;
IV. Fomentar novos temas e novas pra ticas de pesquisa e de metodologias de aprendizagem
nos va rios campos do saber
V. Ampliar a comunicaça o com os outros setores da sociedade e sua problema tica, numa
perspectiva contextualizada;
VI. Formar profissionais capacitados a criar respostas para os desafios da sociedade;
VII. Ampliar a ideia de “sala de aula”, que passa a valorizar mais amplamente a aprendizagem
recí proca de alunos, professores e comunidade, em diferentes espaços e tempos fora dos
muros institucionais.

Art. 21o. As atividades de extensa o que podera o ser reconhecidas para fins de creditaça o
curricular devem estar articuladas aos objetivos dos cursos e ao perfil do egresso previsto
no PPC.

Art. 22o. Somente sera o consideradas ACEs aquelas em que houver a participaça o do aluno
como protagonista, na organizaça o e/ou execuça o da proposta apresentada.

Art. 23o. As atividades de extensa o devem compor, no mí nimo, 10% (dez por cento) do total
da carga hora ria curricular estudantil do curso de graduaça o, ou seja, a soma das horas dos
componentes curriculares, incluí dos atividades complementares e esta gio obrigato rio.

SEÇÃO II

DA INCORPORAÇÃO E CREDITAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

NA MATRIZ CURRICULAR

Art. 24o. As atividades de extensa o que sera o reconhecidas para fins de creditaça o curricular
sa o integrantes da matriz curricular dos cursos, que podera dedicar toda ou parte da carga
hora ria de um perí odo letivo a realizaça o de atividades de extensa o, de acordo com o plano
de ensino da disciplina.

Art. 25o. As atividades que fazem parte das disciplinas dos cursos devem ser registradas
pelos docentes nos respectivos planos de ensino, com definiça o da carga hora ria especí fica
de extensa o, mença o a atividade na ementa e previsa o das datas do desenvolvimento das
atividades no cronograma.
§1o. As ACEs deverão figurar no plano de ensino, a depender da proposta a ser desenvolvida,
como:
I. Atividade de Extensão: Projetos
II. Atividade de Extensão: Evento
III. Atividade de Extensão: Curso
IV. Atividade de Extensão: Prestação de Serviços.
§2o. Caso as ACEs estejam vinculadas a algum programa de extensa o, o nome deste deve
figurar tambe m no plano de ensino.
§3o. Cabe ao docente responsa vel pela disciplina estabelecer a forma de avaliaça o da
participaça o especí fica dos alunos nas ACEs, com aprovaça o ou reprovaça o (depende ncia)
no pro prio componente curricular, e na o apenas na atividade de extensa o.

Art. 26o. Preferencialmente, as ACEs que fazem parte de disciplinas devem ser oferecidas ao
estudante no seu turno de estudo.

Art. 27o. Para validaça o, todas as ACEs devem estar registradas e aprovadas no sistema
acade mico de extensa o da FACERES.

Art. 28o. As propostas de ACEs serão apreciadas pela Coordenação do Curso, juntamente
com a Coordenadoria de Extensão, com base nos pareceres emitidos.

SEÇÃO III

DA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO (ACE)

Art. 29o. A Coordenação de Extensão deverá dar a assistência necessária ao longo do
processo de implementação da curricularização da extensão e manter o acompanhamento,
exercendo, de forma mais detida, as seguintes funções:
I. Reunir-se periódica e sistematicamente com as Coordenações de Ensino e de Pesquisa, a
fim de promover a indissociabilidade do tripé ensino-pesquisa-extensão;
II. Propor e/ou criar programas de extensão que permitam a incorporação das ACEs;
III. Encaminhar à Coordenação de Curso as propostas de ACEs apresentadas pelos docentes,
para ciência e discussão;
IV. Assessorar os docentes responsáveis por disciplinas com ACEs na elaboração de
propostas de criação e desenvolvimento de programas e projetos de extensão;
V. Promover ações para auxiliar os alunos na compreensão do conceito e do valor da
extensão para a formação acadêmica e como exercício de responsabilidade social;

Art. 30o. O prazo para implementaça o de ACEs e 18 de dezembro de 2022.

CAPÍTULO VII
DA AVALIAÇÃO DA EXTENSÃO

Art. 31o. A avaliação das atividades de extensão poderá ocorrer em diferentes momentos e
instâncias, dependendo de suas características, conforme segue:

I. Aplicação de instrumento de avaliação ao público participante ao final da execução dos
projetos;
II. Avaliação dos relatórios dos projetos executados pelos proponentes;
III. Apresentação do resultado das atividades de extensão em eventos internos e externos;
IV. Autoavaliação do proponente da atividade de extensão;
V. Autoavaliação dos alunos participantes;
VI. Publicação do resultado dos projetos de extensão.

Art. 32o. A avaliação da extensão deve apresentar indicadores tanto quantitativos como
qualitativos.

Art. 33o. São considerados indicadores quantitativos:
I. O número de propostas desenvolvidas (programas, projetos, cursos, eventos e prestação
de serviço, dentre outros);
II. Número de docente, discentes e corpo técnico-administrativo envolvidos;
III. Número de pessoas da comunidade externa envolvidos em cada uma das atividades;
IV. Número de certificados expedidos;
V. Número de produtos elaborados;
VI. Número de municípios atendidos em ações extensionistas;
VII. Número de parcerias realizadas, dentre outros indicadores numéricos.

Art. 34 o. São considerados indicadores qualitativos, geradores de impacto social:
I. Relevância social, econômica e política dos problemas abordados nos locais de
desenvolvimento das atividades
II. Interação com órgãos públicos e privados; objetivos e resultados alcançados;
III. Apropriação, utilização e reprodução do conhecimento envolvido na atividade de
extensão pelos parceiros;

IV. Efeito na interação resultante das ações nas atividades acadêmicas, dentre outros
indicadores avaliados qualitativamente.

CAPÍTULO VIII

DO FINANCIAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Art. 35o. As atividades de extensão serão financiadas por recursos financeiros e com
materiais da FACERES, desde que aprovada pelo Mantenedor, além de aportes financeiros
de agências de fomento ou de outras instituições.

CAPÍTULO IX
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 36o. Cabera a s Coordenadorias dos Cursos de Graduaça o e de Extensa o criar programas
de apoio financeiro, programas de capacitaça o e explicitar os instrumentos e indicadores na
autoavaliaça o continuada para as aço es de extensa o previstas nesta normativa, em
conformidade com o Art. 11, da Resoluça o CNE/CES no 07, de 18 de dezembro de 2018.

Art. 37o. Esta resoluça o entra em vigor na data de sua aprovaça o pelo Conselho de
Administraça o Superior – CAS.